MASP qualidade: como o método ajuda na resolução de problemas da equipe?

A Metodologia de Análise e Solução de Problemas, também conhecida pela sigla MASP, é uma prática que vem sendo aplicada para a identificação e solução de não conformidades. Fora isso, também atua no progresso da gestão da qualidade, a MASP qualidade. Possui, ainda, a capacidade de rankear os níveis da entrega de atividades internas ou externas às instituições.

Essa técnica permite melhorar o desempenho de processos organizacionais e a análise de dores inerentes ao mercado, aumentando – de forma significativa – as chances de sucesso do negócio. Com a utilização da ferramenta, é possível obter a resolução de problemas vinculados à equipe ou à demanda dos setores.

Porém, como a MASP qualidade auxilia em resultados positivos dentro do ambiente de trabalho? Continue a leitura do artigo e descubra qual é a importância deste método para a evolução da performance em empresas.

Entenda as características, funções e objetivos da MASP qualidade

A rotina corporativa é cercada de desafios, variando conforme seu tamanho e/ou dificuldade de resolução. Por esse motivo, diversos profissionais da área buscam e aplicam meios de minimizar ou neutralizar suas consequências, a fim de saná-las.

Para alcançar tal meta, se faz necessário empregar tanto conhecimento quanto aptidão. Assim, os colaboradores podem somar em competência técnica e os gestores com ampla habilidade intuitiva. Em times, o relacionamento fortalece os atributos pessoais. No entanto, caso já tenhamos um nicho comercial, por qual motivo devemos utilizar a MASP qualidade no tratamento de dores? As alternativas de resposta são variadas e pertinentes.

Com a globalização e suas constantes mudanças no âmbito empresarial, as circunstâncias se renovam à todo vapor. Logo o know-how, fundamentado na aprendizagem de práticas anteriores, passa a ser desvalorizado. Avanços tecnológicos e variações socioculturais são os maiores responsáveis por fazer das antigas soluções irrelevantes hoje em dia. Ainda que o conhecimento seja oportuno, há uma autoridade restrita sobre a resolução de problemas.

Sendo assim, a capacidade das pessoas – e, consequentemente, das equipes engajadas para operar processos- é direcionada a compreender oportunidades e avaliá-las de acordo com as chances de êxito e influência na dor que se pretende sanar. Independente de uma possível execução em nível tático, operacional ou estratégico.

Por outro lado, a intuição é utilizada na procura por esclarecimentos e decisões inovadoras. Permitindo a construção de ideias essencial para fugir das respostas claras e também da predisposição à adoção de técnicas mal implementadas anteriormente.

Quanto aos demais fatores que impactam na tomada de decisão organizacional, o MASP qualidade agrega o senso de entendimento, a assertividade, a preparação técnica e acima de tudo a execução. A regulamentação de novos processos que excluem a possível volta da dor é um método que certifica a aprendizagem e que possibilita o controle do recurso, ao passo em que o cenário desafiador ainda seja real.

É possível concluir, dessa forma, que a aplicação da MASP qualidade gera benefícios ao sanar dores nas empresas. Porém, esta não é uma prática que desmerece as outras. Do contrário, as incrementa e fortifica. Embora seja mais organizada na comparação com as demais técnicas, a MASP é mais ágil em dores de estágio crítico.

O objetivo principal dessa metodologia é minimizar a ocorrência de não-conformidades em meio às atividades do dia-a-dia, nas ferramentas de trabalho e na solução oferecida. Ela ajuda gestores a atingirem competência máxima no que fazem, a fim de que até a conquista de selos da qualidade – trazendo a ISO como exemplo – seja fortalecida.

Afinal, como montar um plano de MASP?

1- Identificação da dor

O primeiro passo não é complicado, só precisa de atenção! Lembre-se de que enxergar a dor do negócio não é tudo, você deve restringí-la e detalhá-la com competência. Para isso:

1- Defina o problema;
2- Levante o histórico;
3- Ache as perdas e idealize oportunidades;
4- Eleja e capacite seu time.

2- Observação

Aqui, é necessário que o gestor e seus colaboradores visitem o lugar onde eventualmente ocorreu a não-conformidade, a fim de averiguar possíveis motivos e extrair dados. Tenha, como variáveis, os seguintes aspectos:

1- Periodicidade;
2- Localização;
3- Tipologia;
4- Indivíduo x equipe.

3- Análise

Nessa etapa, são apontadas teorias para compreender a dor, assim como se investigam fatos, gráficos numéricos, diagnósticos e outras formas de classificação. É preciso:

1- Estabelecer a relação causa e efeito;
2- Eliminar as opções menos prováveis;
3- Verificar as hipóteses levantadas.

4- Plano de ação

Após serem constatados os sintomas da dor ou de que forma se manifestam, determina-se processos para saná-lo. O bloqueio se dá pelo corte de suas origens enraizadas. Assim:

1- Elabore as tomadas de ação;
2- Trabalhe as metas a serem atingidas.

5- Execução

Como o próprio nome remete, basta aplicar o que foi proposto no plano de ação a partir de:

1- Treinamento e capacitação;
2- Implementação das ações.

6- Verificação de resultados

Analisam-se os efeitos obtidos depois da realização da última fase. A dor nem sempre deve estar sanada, dando margem para a necessidade do recomeço deste ciclo. Não deixe de:

1- Comparar os resultados;
2- Listar as reações secundárias;
3- Analisar se tudo ocorreu como planejado.

7- Padronização

Devem ser normatizadas as táticas que possuíram retornos satisfatórios, a fim de serem replicadas quando for preciso. Fora isso, podem ser determinadas ações preventivas e de progresso constante. Meios de prevenir a volta de antigas dores se dá por:

– Alteração de padrão;
– Divulgação da nova sistemática;
– Educação e transmissão de valor;
– Utilização e sistemas de medição.

8- Conclusão

Para finalizar a conferência dos processos, é preciso realizar considerações sobre o modo como a solução agiu na dor. Envolvendo, inclusive, reflexões acerca da ocorrência e/ou da instabilidade na tentativa de saná-la. Também vale analisar o MASP qualidade para:

– Usufruir em cenários futuros;
– Relacionar as dores que persistirem;
– Planejar a eliminação de fraquezas.

O acompanhamento desse checklist tem importância absoluta no início de novos processos. No entanto, com o passar do tempo, a utilização de um software na rotina organizacional se torna ainda mais relevante. Tal afirmativa é motivada pelo fato de que a otimização, seja ela de tempo empregado pelos profissionais em uma determinada tarefa ou mesmo de recursos financeiros da empresa, agiliza o fluxo de trabalho sem haver perda de qualidade.

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